segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Tentativa de Poema





Corrompida, corroída, infectada
Em algum momento...do qual não lembro
Afetada pela malícia dos sarcásticos;
O desejo dos luxuriosos; 
a melancolia dos solitários;
Em dias idos e vividos, mudei.
Quase sem perceber, 
perdi a nitidez do olhar infantil.
Ceguei! Para a singeleza da vida.
Deixei convalescer minha alma
No lodo fétido da humanidade 
que habita em nós.
Sufocando o espírito aventureiro 
que protesta por vida.
Em um último suspiro de esperança.
Renasci!
Na tentativa de viver, 
dispo-me das vestes corrosivas,
Limpo as janelas da alma 
estréio cada dia nos palcos da vida.


ps.: escrevi o texto acima há algum tempo, em um momento esquisito q graças à Deus já se foi.

Um comentário:

  1. Vale lembrar que nessa época, essa moça estava meio distante do que Deus quer de nós...Hoje está buscando o querer de Deus!!!

    ResponderExcluir